terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Ministérios Fracassados

Excelente documentário produzido por Yago Martins, do "Cante as Escrituras" e "Voltemos ao Evangelho". Apresentando uma cosmovisão bíblica há tempos abandonada por diversos pastores, igrejas e grupos a respeito de Ministério.


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O Tempora, O Mores: O Inferno em que Rob Bell se Meteu

Acabo de ler a entrevista que Rob Bell deu à revista VEJA desta semana (28/11/2012) com o título “Quem falou em céu e inferno?”. A entrevista provocou intensa polêmica nas redes sociais. Rob Bell se tornou uma figura polêmica quando passou a pregar a salvação de todos os seres humanos no final (universalismo) negando, assim, a realidade do inferno. Este ano ele deixou a igreja que fundou, a Mars Hill Bible Church – não confundir com a Mars Hill Church do Mark Driscoll, uma não tem nada a ver com a outra – para se dedicar ao ministério itinerante percorrendo, segundo a revista VEJA, “o mesmo circuito das bandas de rock”.

Inteligente, carismático, conectado e bom comunicador, Rob Bell tem atraído muitos jovens evangélicos no Brasil, especialmente após o lançamento de seu livro O Amor Vence no ano passado e seus vídeos muito bem produzidos no YouTube.

Achei a entrevista dele extremamente esclarecedora, mesmo considerando que estas entrevistas são editadas e por vezes amputadas pelos editores e raramente publicadas na íntegra. Se o que temos na VEJA é realmente o pensamento de Rob Bell, então declaro aqui que poucas vezes na minha vida vi uma figura religiosa de prestígio se contradizer tanto em um espaço tão curto. É por isto que esta entrevista é esclarecedora. Qualquer evangélico de bom senso, que tenha um mínimo de conhecimento bíblico e que saiba seguir um raciocínio de maneira lógica irá se perguntar o que Rob Bell tem que atrai tanta gente.
Vou começar reconhecendo o que não há de tão ruim na entrevista. Bell se posiciona contra o aborto e reconhece as limitações do darwinismo para explicar a totalidade da existência, embora aceite que Deus poderia ter usado o processo evolutivo como o método da vida. 
Bell também está certo quando diz que céu e inferno são “como dimensões da nossa existência aqui e agora”. Concordo com ele. Os ímpios já experimentam aqui e agora, alguns mais e outros menos, os sofrimentos iniciais do inferno que se avizinha. Da mesma forma, os salvos pela fé em Cristo, pela graça, já experimentam o céu aqui e agora, embora de forma limitada. Lembremos que Jesus disse que quem crê nele já tem a vida eterna. O Espírito em nós é o penhor da nossa herança e nos proporciona um gosto antecipado do que haverá de vir.
Surpreendente para mim foi ver que nesta entrevista Bell não nega o céu ou o inferno depois da morte, mas sim que possamos saber com certeza que eles existem depois da morte. Nas suas próprias palavras, “acredito que céu e inferno são realidades que se estendem para a dimensão para a qual vamos ao morrer, mas aí já entramos no campo da especulação”. A “bronca” dele é com a certeza e a convicção que as igrejas e os evangélicos têm de que após a morte existe céu e inferno. “Vamos pelo menos ser honestos. Ninguém sabe o que acontece quando morremos. Não tem fotografia, não tem vídeo”. É claro que, por este critério, também não podemos ter certeza se Deus existe ou que Jesus existiu, pois não temos nem foto nem vídeo deles – que eu saiba...

Nesta mesma linha, ao se referir ao fato de que acredita que Deus ao final vai conquistar todos, diz “não sei se isso vai acontecer, também não sei o que acontece quando morremos.”

Então, tá. Não sabemos o que acontece depois da morte. Mas é aí que começam as contradições de Rob Bell. Ao ser perguntado se Gandhi, que não era cristão, estaria no inferno, ele responde “acredito que está com o Deus que tanto amou”. Isso só pode ser o céu, certo? A resposta coerente e honesta com seu pressuposto seria “não sei”.

Da mesma forma, quando a revista pergunta sobre Hitler, se ele está no céu, Bell responde que Deus deu a Hitler o que Hitler buscou a vida toda, “infernos para si e para os outros”. E acrescenta “qualquer reconciliação ou perdão, nesse caso, está além da minha compreensão”. Se esta resposta não quer dizer que Hitler recebeu o inferno da parte de Deus depois da morte não sei o que mais poderia representar. A resposta coerente e honesta deveria ter sido esta: “não sei”, o que significa dizer que ele admite a possibilidade de Hitler ter ido para o céu.

À certa altura o jornalista perspicaz indaga acerca do livre arbítrio: “não existe escolha, então, ninguém pode dizer não ao paraíso?” E Bell retruca, “acho que você pode dizer não ao paraíso e neste caso talvez você fique em algum estado de rejeição ou resistência. Talvez seja esse o estado que as pessoas chamam de ‘inferno’”. Bom, parece por esta resposta que para Bell o inferno é na verdade o céu, só que os condenados no céu viverão em estado constante de rejeição e resistência a Deus. Mas, qual o céu disto e neste ponto, em que difere do inferno? Vá entender... e é claro, de onde ele tirou esta ideia? Se não temos na Bíblia informação suficiente para saber se o céu e o inferno existem, muito menos para uma teoria destas.

Não é difícil identificarmos as origens destas contradições tão óbvias no pensamento de Rob Bell.


A primeira e mais importante é que ele rejeita o ensino de Jesus Cristo nos Evangelhos sobre o inferno e o céu. Se Jesus era a personificação do Deus que é amor – e amor é, para Bell, o mais importante, senão o único, atributo de Deus – este é um fato que não pode ser desprezado. Eis alguns poucos exemplos:
·         Mat 5:22  Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito aoinferno de fogo.
·         Mat 5:29 Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno.
·         Mat 5:30  E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para oinferno.
·         Mat 10:28  Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.
·         Mat 11:23  Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até aoinferno; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje.
·         Mat 16:18  Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
·         Mat 18:9  Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo.
·         Mat 23:15  Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!
·         Mat 23:33  Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação doinferno?
·         Marcos 9:43  E, se tua mão te faz tropeçar, corta-a; pois é melhor entrares maneta na vida do que, tendo as duas mãos, ires para o inferno, para o fogo inextinguível·         Marcos 9:45  E, se teu pé te faz tropeçar, corta-o; é melhor entrares na vida aleijado do que, tendo os dois pés, seres lançado no inferno·         Marcos 9:47  E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres lançado no inferno,
·         Lucas 10:15  Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno.
·         Lucas 12:5  Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer.
·         Lucas 16:23  No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio.
·         Mat 13:42 e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.
·         Mat 3:12 A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível.
·         Mat 25:41 Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.
·         João 15:6 Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam.
·         Mat 22:13 Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Mortos, porém Vivos! (Renascidos) | Estudo Expositivo de Romanos - Parte XII

Romanos 6:1-10

O apóstolo Paulo através da epistola aos Romanos comprova nos primeiros três capítulos que todos os homens (tanto gentios, quanto judeus) são ímpios e, portanto, necessitados da justiça que somente em Deus pode ser encontrada (Rm. 1:18-3:20).

A seguir é demonstrado como Deus providenciou nossa justificação e redenção (Rm. 3:21-5:21).

                                             
 "Agora Paulo explica a doutrina da santificação"





O tema Santificação é tratado em três partes:
  1. Como podemos ter uma vida de VITÓRIA da tirania (controle) do pecado (cap. 6); 
  2. Como podemos ter uma vida de LIBERDADE sobre a Lei (cap. 7); 
  3. Como podemos ter uma vida de SEGURANÇA no poder do Espírito Santo (cap. 8).

Estas três partes explicam nossa relação com a carne, a Lei e o Espírito Santo no processo de santificação.


Analisando o cap. 6 de Romanos podemos ver também uma divisão tripla para instruir-nos como obter vitória do controle do pecado.
1. Saber (vs. 1-10) 
2. Agir (vs. 11-14)  
3. Entregar (vs. 15-23)
Continuaremos Pecando? Esta é a pergunta que surge logo no início do capitulo nos lembrando do verso 20 do capítulo anterior. 

A sua resposta rápida e enfática nos encaminhará a primeira instrução do capítulo, o Saber; Termo este que indica que Paulo desejava que compreendêssemos uma doutrina básica. A vida cristã depende de aprendizado cristão; o dever sempre é fundamentado pela doutrina. Em se tratando do primeiro tema (Libertação quanto à tirania (controle) do Pecado) vamos analisar:

Três (3) saberes sobre nossa união com Cristo

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Morte em Adão, Vida em Cristo | Estudo Expositivo de Romanos - Parte XI

Romanos 5:12-21
Seguindo para a transição do tema justificação para santificação, nos é apresentado mais uma ilustração sobre as vantagens da Justificação.
Às vezes ouvimos alguns céticos perguntar:
         Como é possível Deus salvar os pecadores por meio da pessoa de Jesus Cristo?
         Como foi possível fazer tal substituição?
         Foi Justo Deus condenar o mundo todo só por causa da desobediência de um homem?

Paulo responde essas perguntas nesta passagem através da apresentação dos

Cinco (5) CONTRASTES entre Adão e Jesus Cristo.

Primeiro Contraste: v. 15;
MORTE EM ADÃO
VIDA EM CRISTO
}  A Transgressão de Adão causou a morte de todos os homens.
}  A Obediência de Cristo fez a graça de Deus abundar dando vida a muitos.
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Procura-se Vivos e Mortos, Você está Vivo?






Você está Vivo? on Prezi


Você está vivo?


Texto: Efésios 5:14-17

Estive pregando recentemente na Igreja Batista Boas Novas (Campinas) e Gostei muito da criatividade empregada pela mocidade ao preparar um vídeo convite para o evento usando cenas do Filme Rango. Eu inclusive usei também o ambiente de uma das cenas no preparo desta mensagem.

Para quem não conhece a história do desenho, Rango é um camaleão da cidade grande que vai parar, após um acidente, em pleno velho oeste, na cidade de Poeira no deserto do Mojave, na Califórnia. De uma hora para outra, sua rotina de animal de estimação mudou radicalmente e agora ele precisa deixar a vida "camuflada" para enfrentar os perigos existentes no mundo real;

Descobrimos logo que ele vive uma crise de identidade, e este fato é de grande valor para nós hoje, pois quase todas as pessoas (senão todas) já viveram, estão vivendo ou irão passar por essas tais “Crises”. É fato que a fase de maior incidência dessas tais crises é na “Juventude”.

Podemos enfrentar estas crises no âmbito familiar, afetivo, social e também Espiritual e desse aspecto que vamos conversar hoje.

A Crise faz parte de um processo de construção de identidade, mas para construir nossa identidade precisamos descontruir algumas paredes e barreiras entre o que é de fato real e o que criamos como “Real”, porém, não é.

Em um dos trechos do vídeo “Made in - Boas Novas” o Sapo faz uma pergunta de grande importância para nosso personagem: – “Você está Vivo?”.

Falando de vida, vou definir abaixo de forma bem simplória o conceito básico de vida biológica e seguindo o mesmo padrão para o conceito Espiritual de vida.

Definição simples de Vida Biológica: Conjunto de atividades e funções orgânicas que constituem a qualidade que distingue o ser “vivo” após sua concepção.

Definição simples de Vida Espiritual: Conjunto de atividades e Funções Espirituais que constituem a qualidade que distingue o ser “Espiritualmente Vivo” após o Novo Nascimento.

Nota-se que os dois conceitos possuem alguns itens idênticos: “Atividades”; “Funções”; “Qualidades”, em outras palavras Características.

Agora munido deste conceito vamos avaliar pelas Escrituras quais são as "Características" de alguém que de fato é um Vivo Espiritual

1. Evidencia do Esplendor de Cristo
O ser espiritualmente vivo tem com principal característica a qualidade de evidenciar a pessoa de Cristo em sua vida, as pessoas ao redor percebem que há algo diferente logo de cara, independente do que se faz.
Já chegaram para você e do nada perguntaram: você é crente???
Não estou falando sobre, roupas diferentes, andar com uma bíblia embaixo do lado... Estou falando de Vida que Evidencia Cristo, isto é, uma vida evidenciada pela:
  • Dependência e direção de Cristo, vs. 14;
Outro fato é que alguém que vive na dependência de Cristo, assim o vive por que:
  • Considera a Soberania do Criador, Ecl. 12:1



2. Transmissão de Vida em Plenitude
Seguindo a linha de pensamento anterior, uma vida que evidencia Cristo também contagia (transmite) aos que estão ao redor com uma vida Plena.
Estou dizendo que o indivíduo que tem uma nova vida em Cristo deve ter uma vida contagiante, alegre. Temos que quebrar aquele paradigma que vida cristã é uma vida triste e vazia, pois isso não é verdade. Somente o Cristão tem Vida Plena.
Vida marcada por:
a)      Decisões Sábias, vs. 15
b)      Aproveitamento pleno das oportunidades, vs. 16
Alegre-se Jovem; Viva a sua juventude... Mas Lembre-se, você dará contas à Deus de Tudo, Ecl. 11:9


3. Busca Sincera da “Vontade de Deus”
Às vezes achamos que a “Vontade de Deus” é algo exclusivo daqueles que são pastores, missionários, evangelistas... Isso também não é verdade, a vontade de Deus é para todos!
A vontade de Deus também não é para o amanhã, é para o hoje e agora!
Mas, qual é a Vontade de Deus???
Quantas vezes ficamos erroneamente “esperando” por um sinal miraculoso vindo dos céus para então tomarmos uma iniciativa ante a vontade de Deus. O verso 17 de Efésios 5 orienta-nos a procurar a Vontade de Deus, ou seja, sentado você não vai encontrar nada!!!
Lembro que meu pai na fé usava uma excelente ilustração sobre a busca da vontade de Deus, ele dizia:
Não espere que em uma noite estrelada o SENHOR abra o céu feito um Outdoor e escreva para você em letras garrafais “BEBA COCA COLA”.
O capitulo de Efésios nos dá uma excelente orientação a respeito da vontade de Deus:

“Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado”,
(Efésios 1:4-6)

“A fim de que nós, os que primeiro esperamos em Cristo,
sejamos para o louvor da sua glória”.
(Efésios 1:12)

Conclusão:

Quer Viver? E vivenciar as características dos Vivos Espiritualmente? Aceite a Cristo hoje como seu salvador, entenda que somente com vida Nele você pode ter as características acima citadas.

Aos que já tomaram uma decisão ao lado de Cristo, porém estão com dificuldades na jornada, estão cambaleando por causa do pecado, existe uma saída... Coloque o curso da sua vida nas mãos de Cristo, ele sabe o melhor caminho, ele tem o plano correto, abandone as velhas práticas confesse seus pecados e siga em frente.

Viva para Louvor da Glória de Deus!!!


Exaltare Domine  | Sê Exaltado, SENHOR!

terça-feira, 29 de maio de 2012

A Receita do Pastor com Sucesso - Paul Tripp


Estou convencido de que muitos dos problemas no ambiente pastoral resultam de uma definição nada bíblica dos ingredientes essenciais do sucesso para o ministério. É claro que muitos futuros candidatos esperam uma "vibrante caminhada com o Senhor", mas essas palavras ficam geralmente desfiguradas através de um processo que faz poucas perguntas nesta área e espera grandes respostas. Estamos realmente interessados em conhecimento (teologia correta), capacidade (boa pregação), filosofia ministerial (edificação da igreja), e experiência (é o seu primeiro pastorado?). Já ouvi de líderes da igreja, em momentos de crise pastoral, dizer muitas vezes: "Não conhecemos o homem que contratamos."
O que significa conhecer o homem? Significa saber qual é a verdadeira condição do seu coração - até onde seja possível. Do que ele realmente gosta, e o que despreza? Quais são suas esperanças, sonhos, temores? Quais são os desejos profundos que o entusiasmam ou o paralisam? O que ele pensa de si mesmo? Até que ponto está aberto à confrontação, a critica e ao encorajamento? Até que ponto está comprometido com a santificação?
Ate que ponto está aberto às tentações, fraquezas e fracassos? Até que ponto está preparado para ouvir e condescender com a sabedoria dos outros? Ele considera o ministério pastoral um projeto comunitário? Tem um coração manso, submisso? É simpático e hospitaleiro, é um pastor e está disposto para com aqueles que estão sofrendo? Que qualidades de caráter sua esposa e filhos costumam usar para descrevê-lo? Ele aplica a si mesmo as suas pregações? Seu coração se comove e sua consciência costuma se entristecer quando olha ara si mesmo no espelho da Palavra? Até que ponto sua vida devocional é robusta, consistente, alegre e vibrante?
O seu ministério flui com a emoção de sua comunhão devocional com o Senhor? Ele se atém a padrões elevados, ou se acostuma com a mediocridade? É sensível à experiência e às necessidades das pessoas que o ajudam no ministério? Personifica o amor e a graça do Redentor? Ignora pequenas ofensas? Está pronto a perdoar?  É crítico e costuma julgar os outros? Que diferença ele apresenta entre o pastor na igreja e o marido e pai em casa? Ele cuida do seu físico? Intoxica-se com a mídia ou a televisão? Como ele completaria esta sentença: "Se ao menos eu tivesse..........."?  Que sucesso tem no pastoreio da congregação que consiste da sua família?

A Verdadeira Condição do Coração do Pastor
O ministério do pastor nunca é apenas formado por sua experiência, conhecimentos e capacidade. Sempre se trata da verdadeira condição do seu coração. Na verdade, se o seu coração não estiver bem colocado, o conhecimento e a capacidade o tornam perigoso.
Os pastores geralmente lutam para encontrar uma comunhão viva, humilde, dependente, celebratória, adoradora, meditativa com Cristo. É como se Jesus tivesse abandonado o edifício. Há todo tipo de conhecimento e capacidade de ministério, mas parece divorciado de uma comunhão viva com o Cristo vivo e sempre presente. Toda esta atividade, conhecimentos e capacidade parecem receber combustível de outro lugar. O ministério se torna chocantemente impessoal. Contém conteúdo teológico, capacidade exegética, compromissos eclesiásticos e avanços institucionais. É uma preparação para o próximo sermão, atender o próximo item da agenda, e cumprir os requisitos de abertura da liderança. Trata-se de orçamentos, planos estratégicos e parcerias de ministério.
Nenhuma dessas coisas é errada em si mesma. Muitas delas são essenciais. Mas nunca devem constituir fins em si mesmos. Nunca deveriam ser a máquina que impele o veículo. Devem todas expressar alguma coisa mais profunda no coração do pastor.
O pastor deve estar interessado, deslumbrado, apaixonado pelo seu Redentor de maneira que tudo o que pensa, deseja, escolhe, decide, diz e faz é impelido pelo amor a Cristo e a segurança do repouso no amor de Cristo. Ele deve se expor regularmente, humilhar-se, assegurar-se e repousar na graça do Redentor. Seu coração deve amolecer dia a dia pela comunhão com Cristo de maneira que se torne um servo-líder amoroso, paciente, perdoador, encorajador e doador. Suas meditações sobre Cristo, sua presença, suas promessas e suas provisões não devem ser sobrepujadas por suas meditações sobre como fazer o seu ministério funcionar.

Proteção Contra Todos os Outros Amores
Apenas o amor a Cristo pode defender o coração do pastor contra todos os outros amores que têm o potencial de seqüestrar o seu ministério. Apenas a adoração a Cristo tem o poder de protegê-lo de todos os ídolos sedutores do ministério que sussurram aos seus ouvidos. Apenas a glória do Cristo ressuscitado vai guardá-lo da glória pessoal que tenta e destrói o ministério de tantos.
Apenas Cristo pode transformar um seminarista graduado, arrogante, materialista em um doador humilde e paciente da graça. Apenas gratidão profunda por um Salvador sofredor pode transformar um homem em servo sofredor no ministério. Apenas um quebrantamento diante do seu próprio pecado pode desenvolver graça para com indivíduos rebeldes entre os quais Deus o chamou para ministrar. Apenas quando sua identidade estiver firmemente enraizada em Cristo você poderá descobrir a liberdade de buscar a identidade no seu ministério.
Devemos ter o cuidado de definir capacidade ministerial e maturidade espiritual. Há o perigo de se pensar que os seminaristas formados que foram bem treinados e bem instruídos estão preparados para o ministério, ou achar que conhecimento, atividade e capacidade para o ministério é maturidade espiritual pessoal. A maturidade é uma coisa vertical que se expressa horizontalmente numa variedade extensa. A maturidade se refere ao relacionamento com Deus que resulta em uma vida sábia e humilde. A maturidade do amor a Cristo expressa-se no amor ao próximo.
A gratidão pela graça de Cristo se expressa na graça para com os outros. A gratidão pela paciência e o perdão de Cristo capacita-nos a sermos pacientes e perdoadores. A experiência diária da salvação do evangelho dá-nos paixão pelas pessoas que estão experimentando a mesma salvação. É a terra em que o verdadeiro sucesso ministerial se desenvolve.


Traduzido por: Yolanda Krievin
Editor: Tiago Santos
Copyright © Paul Tripp
Copyright © Editora FIEL 2012.

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

terça-feira, 1 de maio de 2012

As Misericórdias de Hoje para os Problemas de Hoje - John Piper


por John Piper
Uma parte da fé salvadora é a segurança de que amanhã teremos fé. Confiar em Cristo hoje inclui o crer que Ele lhe dará a confiança de amanhã, quando o amanhã chegar. Com freqüência, sentimos que nossa reserva de forças não será suficiente para mais um dia. E, de fato, não será. Os recursos de hoje são para hoje; e uma parte desses recursos é a confiança de que novos recursos nos serão dados amanhã.
O alicerce desta segurança é o maravilhoso ensino bíblico de que Deus determina para cada dia apenas a quantidade de problemas que este dia é capaz de suportar. Em nenhum dia, Deus permitirá que seus filhos sejam provados além do que a sua misericórdia para aquele dia suportará. Isso foi o que Paulo quis dizer em 1 Coríntios 10.13: “Nenhuma prova lhes tem sobrevindo, que não seja comum ao homem. Deus é fiel, e não permitirá que sejam provados além do que são capazes de agüentar, mas, com a prova, Ele também dará o meio de escape, para que possam suportá-la” (tradução do autor).
O antigo hino sueco “Dia a Dia” é baseado em Deuteronômio 33.25: “A tua força será como os teus dias” (ARC). O hino nos dá a mesma segurança:
Dia a dia e a cada momento que passa,
Acho forças para enfrentar minha provação;
Confiando na sábia outorga de meu Pai,
Não tenho motivo para temor ou inquietação.
A “sábia outorga de meu Pai” é equivalente à quantidade de problemas que podemos suportar a cada dia — e nenhum problema a mais:
Ele, cujo coração é imensuravelmente bom,
Com amor, dá a sua parte de prazer e dor,
E, a cada dia, o que julga o melhor dom
Mesclando com paz e descanso o intenso labor
Juntamente com a medida de dor para cada dia, Ele nos dá novas misericórdias. Este é o argumento de Lamentações 3.22-23: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade”.
As misericórdias de Deus são novas cada manhã, porque existem misericórdias suficientes para cada dia. É por isso que tendemos a entrar em desespero, quando pensamos que talvez possamos ou tenhamos de levar os fardos de amanhã com os recursos de hoje. Deus deseja que estejamos cientes de que não podemos. As misericórdias de hoje são para os problemas de hoje; as de amanhã, para os problemas de amanhã.
Às vezes, nos perguntamos se teremos misericórdia para permanecermos firmes em provas terríveis. Sim, teremos. Pedro disse: “Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus” (1 Pe 4.14). Quando a injúria nos sobrevém, o Espírito da glória se manifesta. Aconteceu com Estêvão, quando ele estava sendo apedrejado (At 7.55-60). Acontecerá com você. Quando o Espírito e a glória são necessários, eles surgem.
O maná no deserto foi dado uma vez por dia. Não havia armazenagem de maná. Essa é a maneira como temos de depender da misericórdia de Deus. Você não recebe hoje a força para levar os fardos de amanhã. Recebe misericórdias hoje para os problemas de hoje. Amanhã, as misericórdias serão renovadas. “Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (1 Co 1.9). “Fiel é o que vos chama, e Ele também agirá!” (1 Ts 5.24 — tradução do autor.)
Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Teologando...

A nossa Cosmovisão, a nossa perspectiva quanto a vida
é determinada pela nossa perspectiva a respeito de Deus.
Aquilo que você realmente acredita sobre Deus e sobre
o que significa viver para ELE é sua teologia...
Em outras palavras, "Todo cristão é um Teólogo"
A questão central não é ser ou não ser um teólogo, 
mas, se somos "maus" ou "bons" Teólogos.


A pergunta é:


Extraído e adaptado do livro: Quando Pecadores Dizem "Sim" - Dave Harvey,  Ed. Fiel

Os Benefícios da Justificação | Estudo Expositivo de Romanos - Parte X

Romanos 5:1-11

Este pode ser chamado um capítulo de transição da qual passamos da doutrina da JUSTIFICAÇÃO para a da SANTIFICAÇÃO.
Mas antes destra transição o Apóstolo ainda apresenta de forma singular as vantagens únicas da justificação pela Fé em Cristo Jesus.
Vamos então analisar os BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO:

1. Paz – vs. 1
O ser humano vive a buscar por paz, clama por paz entre nações, paz em seu bairro, nas relações sociais e familiares em geral.
Porém se encontra cada vez mais sobre a cruel realidade da inacessibilidade desta, mesmo suas fugas para lugares e cidades mais tranquilas não retardam o medo instalado nos corações pela falta de paz. 
Porém, o apostolo não está tratando deste tipo de paz, de fato a um problema muito mais sério, inerente a todo ser humano e este diz respeito à paz com Deus, o criador do universo. 
O homem por causa do pecado tornou-se inimigo de Deus, e bem sabemos que por conta própria o homem não buscou e nem busca tal reconciliação (Rm. 3:10-12). 
Coube a Deus, em seu infinito amor trazer e proporcionar ao homem tamanha reconciliação, ou seja, a “Paz” que somente obtemos por meio da Fé salvadora em Cristo Jesus.

2. Acesso a Graça de Deus – vs. 2
Os Judeus eram separados da presença de Deus pelo véu do Templo e os gentios pelo muro externo do templo.
Mas quando Cristo morreu, o véu se rasgou (Lc. 23:45), e o muro foi destruído (Ef. 2:14).
Em Cristo, temos livre Acesso a Deus! (Ef. 2:16-18; Hb. 10:19-25)
“E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto;Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito”. 
(Efésios 2:16-18 NVI)

3. Esperança – vs. 2b
A “Paz com Deus” trata do Passado: já não seremos mais condenados por nossos pecados. 
O Acesso à Deus” trata do Presente: podemos entrar em sua presença sempre! 
A “Esperança da Glória” trata do Futuro: um dia Participaremos da Glória de Deus! 
Sem nenhuma decepção!
E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu.
(Romanos 5:5 – NVI)

4. Caráter Cristão – vs. 3 e 4
A Justificação não é uma fuga para as dificuldades da vida, para o cristão as tribulações cooperam ao seu favor (Tg. 1:2). 
A Tribulação produz:
ü  Perseverança – vs. 3
ü  Caráter aprovado – vs. 4
As Tribulações nos aproximam de Deus!

5. Amor de Deus – vs. 5-8
Fomos inundados pelo amor de Deus, e somos plenamente abastecidos por este amor enquanto aguardamos a realização da Bendita Esperança!
ü  Concedido pelo Espírito Santo – vs. 5
ü  Comprovado por Cristo através da Cruz – vs. 6
O Espírito Santo nos enche de amor e permite ao crente viver por seu poder. 
É este amor que nos sustenta nas tribulações!

6. Salvação da Ira Vindoura – vs. 9-10
O crente em Cristo É TOTALMENTE LIVRE da IRA DO SENHOR (I Ts. 1:10; 5:8-10; II Ts. 2:1-3)
ü  Seremos (já somos) livres da Tribulação e do julgamento do Grande Trono Branco!

“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus,”
(Romanos 8:1)

O verso 11 conclui a lista de benefícios lembrando que devemos nos alegrar, ou melhor, dar Glória a Deus por nos oferecer o meio para a Reconciliação.

POR MEIO DE CRISTO FOMOS RECONCILIADOS COM DEUS – vs. 11

Recebemos pela graça uma Salvação que trata do Passado, Presente e Futuro:

ü  Cristo Morreu por nós;

ü  Cristo Vive por nós;

ü  Cristo Está Vindo para nos buscar!




Glória a Deus por tamanha obra de reconciliação! Nunca se esqueça do quanto somos beneficiados e ainda por cima, sem nenhum mérito de nossa parte.

"ao único Deus, nosso Salvador, sejam glória, majestade, poder e autoridade, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, antes de todos os tempos, agora e para todo o sempre! Amém”. 
(Judas 1:25)


Exaltare Domine  | Sê Exaltado, SENHOR!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Musical Velhas Verdades - 2ª Apresentação

Vale à pena conferir!


quarta-feira, 4 de abril de 2012

O CRISTO!




Chegando Jesus à região de Cesaréia de Filipe, perguntou aos seus discípulos: "Quem os homens dizem que o Filho do homem é? "
Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, Jeremias ou um dos profetas".
"E vocês? ", perguntou ele. "Quem vocês dizem que eu sou? "
Simão Pedro respondeu:"Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo"
Mateus 16:13-16



O texto introdutório fala sobre um dos episódios mais marcantes no ministério de Jesus.
Não foi um momento a qual Jesus estava curando ou fazendo um grande milagre, mas foi um momento de profunda intimidade com os seus. Foi um momento de profunda confissão sobre a Pessoa de Jesus, o Homem-Deus.Foi um momento de glorificação inerente a Cristo.

Se fizéssemos hoje uma pesquisa a nível mundial com a seguinte pergunta: Quem Foi Jesus? Você já imaginou quais seriam as respostas?
Nesta era de tanto relativismo... Com toda a certeza a resposta não seria tão diferente como foi para o povo no tempo de Cristo.
O texto do evangelho descreve dois conceitos formados sobre a pessoa de Jesus: o conceito “Popular” e o “Espiritual”.

O Conceito Popular sobre Jesus – vs. 14
No conceito popular, Jesus estava sendo equiparado a João Batista; Elias; Jeremias ou outro profeta que ressuscitou. Obviamente era visto como um:
ü  “Personagem Religioso”; “Impunha respeito”.
ü  Um Profeta – era aquele que trazia a mensagem da parte de Deus (Porta Voz da Profecia).
Talvez esta comparação a João Batista ocorresse pelo fato de Jesus assim como João terem abalado as estruturas da Religião judaica.
Já Elias abalou o poder Político da Nação da mesma forme que Jesus em seu tempo.
Analisando o período a qual se passa este evento, Jesus estava passando por seu período de Rejeição assim como Jeremias.
Mas o fato mais marcante do conceito popular era que sem sombra de dúvidas Jesus era visto como um portador da mensagem Divina.

De fato o conceito popular acerca de Cristo era ainda muito superficial, faltava a eles algo, faltava-lhes olhar a Jesus com os olhos de Pedro, faltava-lhes a sensibilidade Espiritual que tocou a Pedro levando-o ao...

Conceito Espiritual sobre Jesus – vs. 16
Pedro sem pestanejar, declara: “Tu és o Cristo”! Isto é, Jesus era “O Ungido”, o “O Messias”. O que também nos traz a memória que sendo ele o Cristo, ele só podia ser: O Filho de Deus do Salmo 2:7; “O Profeta” superior a Moisés de Deuteronômio 18:15; O Cumprimento da Profecia! de Isaias 53.
Jesus não era simplesmente aquele que portava a profecia, Ele era a Profecia e também era o Cumprimento da Profecia!
Mais de 300 profecias no A.T confirmam Jesus como o Cristo:

Ø  O Messias nasceria de uma virgem [Isaías 7:14a, Lucas 1:34-35].
Ø  O Messias seria Emanuel, "Deus conosco." Isaías 7:14b, Mateus 1:21-23].
Ø  O Messias seria Deus [Isaías 7:14c, João 12:45].
Ø  O Messias seria Deus na forma de homem e habitaria entre o seu povo [Zacarias 2:10-11a, João 1:14].

Sabemos que nada menos do que Deus foi quem revelou esta verdade para Pedro (vs. 17). E por este motivo quero lhe fazer o seguinte questionamento:
O quão relevante é para você o entendimento de quem é Jesus?
Talvez à minutos seu conceito era o popular – Jesus era para você só mais um profeta.
Talvez você entenda claramente que Ele é o Messias, mas qual a relevância desta verdade para sua vida?
Ele é o Messias! Mas pode não ser o seu Messias.
Ele é Deus! Mas pode não ser o seu Deus. E isto é muito relevante!
Qual tem sido sua atitude para com a verdade da revelação de Deus?

Crentes, qual a sua reação a esta verdade? Tem proclamado O Messias? Ou tem se calado com tamanha verdade.
Assim como Pedro, Proclame Jesus, O Cristo!


Exaltare Domine  | Sê Exaltado, SENHOR!

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